Em plena Serra do Mar, ela tem uma vista maravilhosa para a baía de Parati e de Angra dos Reis.
Pontos altos: a cerâmica artesanal é um dos highlights da cidade. Aqui e ali pipocam ateliês que produzem e vendem vasos, potes e máscaras.
E já que você está lá, deguste os pratos do Festival do Pinhão, durante todo o mês de julho, e você vai encontrar essa iguaria em forma de pudim, pão, bolo, strogonoff e muito mais. Você quer mesmo é comer com um visual bem bacana? Então siga para o Quebra Cangalha, que serve pratos mineiros, como leitoa à pururuca, e internacionais.
O típico vilarejo nem parece parte da desenvolvida São José dos Campos – sim, ele é um distrito da grande cidade. Tem um clima parecido ao de Campos do Jordão, mas sem o frenesi do festival de inverno.
Pontos altos: A tranquilidade de uma vila encravada numa área de proteção ambiental e que por isso preserva a riqueza exuberante da mata atlântica.
E já que você está lá, relaxe nos banhos florais e medicinais da Bruxinhas do Mato. O ritual acontece numa sala que dá vista para as montanhas. Um desses banhos se chama mãe natureza. Nele o seu corpo se perde em meio a folhas de eucalipto, ramos de manjericão e marias-sem-vergonha. Não tem erro, depois disso você vai voltar para casa completamente renovado.
Com certeza é um destino para ser visitado o ano inteiro. Porém é nos meses de abril a julho que Campos do Jordão ganha muito destaque. Quando as temperaturas têm uma considerável queda e fazem com que a cidade ganhe um clima convidativo.
É diante desse cenário, que acontece o Festival de Internacional Inverno.
Outros destaques da cidade são: a Estrada de Ferro, cujo o passeio de trem é sem dúvida uma das grandes atrações: o Auditório Claudio Santoro, principal palco do Festival de Inverno de Campos do Jordão; e o Palácio do Governo, onde o badalado Festival de Inverno começou.